terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Escrever é servir com prazer.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Coisas da Vida.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Fé ou Esperança?
| Gálatas | 3:9 De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão. | |
| João 5:39 |
Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; | |
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Para que serve a música.
Gosto da música quando ela se faz canal de comunicação entre Deus e o seu povo. Então, Deus nos fala através da Sua Palavra e porções dela podem ser musicadas. Unir-se-ia a poesia com a melodia divina! Eu quero cantar essa música!!! Expressar ao meu Deus através do meu cantar o meu amor e admiração por Ele e pelo que Ele É!
Até quando permitiremos que criaturas pensando que são filhos deturpem o nosso louvor através do uso da música de forma inadequada nos momentos de culto congregacional?
Quando reagiremos demonstrando o nosso desejo de usarmos uma boa música, agradável e compatível com a adoração grupal com a qual desejamos prestar ao nosso Deus?
Eu não estou falando apenas do CC e do HCC mas de outras também, nas quais podemos perceber o conjunto formado pela letra e melodia, mas que são menosprezadas em troca daquelas "músicas" descartáveis que estão fazendo sucesso com os primeiros lugares na preferência dos ouvintes criaturas e que ainda não foram transformados em filhos. Essas músicas descartáveis seriam quais as ervas do campo que murcham ao final do dia.
Tenho percebido nas reuniões da CBF, CBB e outras o pouco caso que têm nas escolhas das músicas, tanto na hora do louvor congregacional quanto na hora dos intervalos. Caso isso não esteja acontecendo na igreja onde congrega seja mais agradecido a Deus.
Gostaria que fizessem uma experiência: Algo parecido com o que fizeram com Daniel e seus amigos Hananias, Azarias e Misael, quando eles resolveram não se contaminar com as iguarias do rei (pareciam até boas). Dêem-nos da mais pura música para que louvemos a Deus e depois façam prova da nossa complexidade espiritual, comparando-nos com aqueles que "comem" quaisquer coisas musicadas mesmo que pareçam boas!
Até quando será permitido que incapazes nos obriguem a cantar canções as quais não nos alimentam por falta de conteúdo bíblico e tampouco nos acrescenta o desejo de buscar mais alimento na bíblia, fonte de alimentação rica em nutrientes e revitalizadora do nosso ser?
Além de nos motivar, a música celeste nos conduz para a conversa com o nosso Deus através da leitura da bíblia, a Sua Palavra. Ela nos anima diante do que cantamos a continuar lendo!
Ela não precisa de artifícios para que cantemos. Não precisamos bater as palmas das mãos para que a música fique animada e até mesmo os instrumentos não precisam de muitas extrepolias para cobrir as deficiências das letras e animar o povo.
A boa música celeste é cantada de dentro para fora e sai do nosso ser em vários momentos. Nos momentos de alegria e de tristeza.
Agora eu pergunto: Qual é a música que se canta em um funeral? Ou quando se está passando por um "vale da morte"? Nesses casos se procura música de verdade, não é mesmo?!
E outra coisa: A música celeste não é motivada pelo mercantilismo! E isso é uma outra coisa a se pensar e escrever posteriormente.
Estou equivocado nesse meu modo de entender sobre a aplicação da música nas vidas dos filhos de Deus?
Deus nos abençoe e muito!
Diácono Henri.
Felicidade é estar no centro da vontade de Deus!!!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Perdão sem pedradas.
João 8
1 Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras. 2 E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava. 3 E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; 4 E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. 5 E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? 6 Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. 7 E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. 8 E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. 9 Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. 10 E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? 11 E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. 12 Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
Quero aproveitar e parar neste texto. Os seus doze versos são mais do que preciso para o que pretendo escrever mas vamos caminhando devagar por cada um deles.
Perdão é o assunto.
Você sabe o que significa perdão?! Perdoar?! Perdoado?!
Aquela mulher experimentou o mais alto teor de perdão. Os seus acusadores conheciam e bem a Lei, o Pentateuco. Hoje há muitos que conhecem e bem a bíblia mas será que isso significa o mesmo que conhecer o perdão?! Será que por conhecer a bíblia experimentaram o perdão?! Vivem a felicidade de terem experimentado o perdão?
Quando pensei em escrever tinha em mente a atitude de Jesus de escrever na areia, no chão, abaixado o que escreveu. Fiquei intrigado e sei que jamais terei certeza do que Jesus escreveu. Farei uso da imaginação porque é assim que faço quando estou lendo a bíblia. Uso a imaginação para passar um filme enquanto leio. Já li diversas vezes este texto mas me surpreendi desta última ao imaginar Jesus escrevendo, abaixado, de forma que os acusadores não podiam ler o que Ele escrevia. Até que, diante da insistência deles, Ele se levanta para lhes dar atenção e lhes responder sobre o que deveria ser feito daquela mulher adúltera. Imaginei a reação deles com os traços de espanto e vergonha nas faces quando puderam ler no chão o que estava escrito. Ler sobre os seus pecados e vê-los revelados em parte diante de toda aquela multidão que os cercava, todos levados por eles mesmos, naquela grande confusão. Qual não foi a reação deles quando ao levantar-se, Jesus deixou a mostra o que estava escrevendo para que todos, inclusive aqueles que eles levaram, pudessem ler?!
Eles estavam com as pedras que tinham nas mãos, prontas para impingir a morte e fazer cumprir o que estava escrito na bíblia. Aquelas pedras, foram sendo deixadas, largadas, soltas, depois que Jesus lhes disse que aquele que não tivesse pecado atirasse a primeira pedra...
Faltou-lhes a coragem diante da terrível verdade exposta a todos ali. Diante da Lei eles se arvoravam em querer a punição ao pecador mas diante da verdade, sendo revelado o pecado de todos, lhes faltou a altivez e sobrou a vergonha.
Agora, Jesus se inclina novamente mas na minha imaginação Ele já não está mais atrapalhando a visão do que estava sendo escrito. Jesus continua escrevendo. E cada um, o mais rápido que pode, sai em retirada estratégica, antes que seja revelada toda a trágica situação pecaminosa em que viviam e levando consigo o máximo possível de pessoas, esvaziando da cena a platéia daqueles que poderiam ler o que Jesus continuava a escrever!
A mulher parece que não leu nada, e nem poderia, mediante seu desespero ante seus algozes. Eu não li mas fiquei ainda imaginando o que Jesus escreveria sobre mim se eu estivesse ali também...
E sobre você? O que é que Jesus escreveria?
Então, agora posso terminar isto que estou escrevendo.
Será que me apresento diante de Jesus com pedras nas mãos a acusar os outros dos seus pecados?
Será que insisto com Deus apontando-lhe os erros dos outros diante do que está escrito na bíblia?
Até onde irei e o que farei com estas pedras bíblicas?! Soltá-las-ei ou insistirei em mirar nos outros para atingí-los com toda a minha força?
Faço essa pergunta a mim e que cada um olhe para si.
Oh, Senhor Deus, permita-me ouvir muito alto o que Tu mesmo me dizes: “Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.” Tão alto que nunca esteja com o pedrão nas mãos mas com o perdão no meu coração, trazendo alívio a mim e aos que precisam sentir a alegria do Teu perdão. Que tenhamos a verdadeira alegria do Teu perdão, de ser perdoado e que, por causa disso, também estejamos pré-dispostos com alegria a perdoar!
Que eu tenha condições de doar a minha perda, qualquer que seja, em amor a Ti oh, Deus! Confiado em Ti e submisso ao Teu querer me prostro ao Teu dispor.
Deus nos abençoe e muito!
Henri.
Confira também:
http://renatovargens.blogspot.com/2010/12/jesus-e-o-apedrejamento-de-mulheres.html
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Alívio ao cansado e oprimido.
No Evangelho de Mateus no Capítulo 11 encontramos assim:
28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. 29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. 30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
Durante algum tempo estive lendo estes versos. O que eles têm para mim e para você?
Quando tenho diante de mim uma oferta, preciso observá-la e avaliá-la para decidir se quero ou não aceitá-la.
E qual é a oferta que o Senhor Jesus nos faz? Qual o nosso envolvimento e qual a nossa participação nesta oferta?
Nesta oferta, Jesus Cristo nos propõe uma troca. Trocaríamos o nosso fardo pelo Seu jugo. Então, precisamos saber corretamente qual o valor do nosso fardo e qual é o valor do jugo de Jesus para não fazermos uma troca precipitada e depois ficarmos arrependidos achando que fizemos um mau negócio.
Em que se baseia Jesus para afirmar que o seu jugo é suave e o Seu fardo é leve? E por que Ele diz que o nosso é pesado e opressor?
Qual é afinal o nosso fardo?
Consideremos como se fosse uma troca de presentes. Então o nosso Mestre nos dá um pacote especial e nós lhe devolvemos algo que para nós não é o melhor, apesar de ser mais pesado.
O nosso será entregue embrulhado em um pacote.
Avaliando que para nossa vida e caminhada o nosso fardo seja pesado demais para carregarmos e nos cansa na jornada, chegaremos a conclusão de que o nosso fardo é a mágoa.
A mágoa atrapalha o nosso relacionamento com aquele que nos magoou, mesmo que ele não se lembre mais de nada. Atrapalha também o nosso relacionamento com aqueles que estão perto de nós, por causa do nosso estado de alerta em não sermos mais magoados, afastando-nos de relacionamentos saudáveis. Atrapalha o nosso relacionamento com Deus, porque não dá para nos relacionarmos com Deus se estivermos com os nossos relacionamentos quebrados com o nosso próximo. E não dá para servir com alegria a Deus, como Ele nos manda, carregando tamanho e incômodo peso conosco.
Para entregarmos o nosso “pacote fardo” a Jesus precisaremos embrulhar com o embrulho do perdão. Então apresentaremos através do perdão o pacote com a nossa mágoa. Assim, Jesus pegará o nosso fardo e nos dará em troca o Seu jugo e fardo que só pode ser a Graça Misericordiosa!
A graça é incontável, é imensurável, é imarcescível e por isso não tem peso, é leve, tornando-nos leves, aptos, hábeis e felizes no serviço ao Rei Jesus. A Graça é completa e nos completa, possibilitando uma vida feliz no serviço e no relacionamento com os irmãos na comunhão com a igreja.
Deus nos abençoe no relacionamento leve e gracioso com os nossos irmãos e amigos.
Henri.
sábado, 14 de junho de 2008
Batistas por convicção.
Henri - Membro da SIB Magé-RJ.